sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Nem teu nome eu sei, nissei.

De repente você chegou!
Mansinho... Como se já soubesse que em pouco tempo se tornaria 
um furacão em todo o meu sistema nervoso.
Singelamente perigoso como pé de cachoeira. 
No meio de tanto músculo havia seu interior; Frágil...Oposto a tudo o que via.
Parece que me pegou distraída e me pregou um imã, 
me tirou uma peça que eu tenho que buscar.
Saiu de perto mais leve do que chegou e não deixou nenhum manual.
Exige da minha intuição apenas com olhares tão sutis que até ardem. 
Despertam dúvida. Medo. Tesão.
Com você eu quero mais que isso, cansei da brincadeira.
Mas quando me achego me sinto totalmente dominada, justamente 
por me fazer dominante de sua atenção discreta e de toda a sua timidez...
Amansou-me.
Fico estatizada esperando seu próximo passo e me faço de platéia pro seu show.
Cedo ou tarde eu tomo tento... E tento já com a vitória garantida.
Colo sua pele na minha para a gente enfim
Miscigenar.

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