sábado, 23 de março de 2013

Coisas da carne, não do coração.

Havia calores em mim.
O calor do amor e o calor do tesão.
Minha mente sempre foi fértil pra 
imaginar cenas censuradas.
Gostava de vivencia-las, mas sentia 
um enorme prazer em apenas imaginar como seria
com quantos seria, quantas vezes e em qual velocidade,
intensidade e qual seria o tamanho da entrega.
Depois do clímax, acabou. Pros dois.
Esse era o bom!
Só não podia pensar em amor, isso era o bastante
pra quebrar qualquer clima criado entre algumas 'eus'
e poucos deles.
Pensar em amor, em romantismo sempre me fazia ver
as coisas de outra forma e criar expectativas desnecessárias
na hora do prazer carnal... 
Por ser extremamente romântica, não me permitia esse 
pensamento, essa sensação.
A verdade é que não consigo ser de ninguém.

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