Num ninho de cobras cascavéis, falsas e crueis eu me encontro.
Me acho sem leito, sem respeito, sem calor.
Um lugar onde odiar é fingir que ama, que quer bem sem amparar.
Fuchicos, suplicos, conversas sem fim.. aqui realmente sou só eu por mim
Sem paz, sem posse, sem prece
A verdade que passa por mim e me esquece
Sem paz, sem posse, sem prece..
Olhares frios, arrepios, coisas sem explicação.
Desconfiança, intolerância parecem não ter solução
Me frustro e me ajusto a essa forma de ser, não sei se o problema sou eu
ou se eles é que não sabem viver.